Santander dispensa EY: falhas em consultoria de fraudes financeiras

O setor financeiro é um dos pilares da economia global, e instituições como o Santander dependem de consultorias de alto nível para garantir a segurança e a integridade de suas operações. No entanto, recentemente, o Santander, em sua divisão no Reino Unido, tomou a decisão surpreendente de encerrar seu contrato com a consultoria Ernst & Young (EY), que fornecia serviços cruciais de combate a fraudes financeiras. O motivo? O banco alega que a EY cometeu falhas e não atendeu às suas expectativas.

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As falhas da EY e o reembolso significativo

De acordo com um relatório publicado pelo “Financial Times” em 26 de setembro, o Santander argumenta que a qualidade do trabalho realizado pela EY foi tão insatisfatória que a consultoria teve que reembolsar cerca de £15 milhões (equivalente a R$ 91,9 milhões) devido ao fracasso do projeto. Essa situação não apenas prejudicou a reputação do banco, mas também teve um impacto negativo em seus resultados financeiros.

O valor do reembolso é notável e é equivalente ao salário anual de cerca de 19 sócios da EY no Reino Unido, que receberam uma média de £803 mil nos últimos 12 meses até junho de 2022. Esse revés não apenas representa uma perda financeira significativa para a EY, mas também lança uma nova perspectiva sobre possíveis cortes na equipe da consultoria.

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Insatisfação no setor de consultoria financeira

A insatisfação não é exclusiva do Santander ou da EY. Grandes empresas de consultoria, conhecidas como “big four” e incluindo Deloitte, PwC, EY e KPMG, têm enfrentado críticas e acusações em vários lugares do mundo. Relatos de funcionários trabalhando longas horas, como as alegações de 16 horas de trabalho por dia na Espanha, e demissões em massa no Reino Unido após o aumento nas contratações durante a pandemia da Covid-19 tornaram-se corriqueiras.

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Desafios das grandes consultorias

Além do caso Santander, outras grandes consultorias enfrentaram problemas. A PwC, por exemplo, aprovou os balanços financeiros da Americanas sem identificar “inconsistências contábeis”. A empresa também estava envolvida com a gigante chinesa Evergrande, que enfrenta uma crise imobiliária significativa.

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Conclusão

A decisão do Santander de encerrar seu contrato com a EY destaca a importância da integridade, qualidade e conformidade nas relações entre instituições financeiras e consultorias. A confiança e a entrega de resultados de alta qualidade são fundamentais para manter parcerias bem-sucedidas neste setor crítico. A situação também levanta questões sobre a regulamentação e o escrutínio necessários para garantir que os serviços de consultoria atendam aos padrões exigidos. A história do Santander e da EY é um exemplo de como a integridade e o profissionalismo devem ser fundamentais em todas as transações financeiras e consultorias.

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